Os participantes do Programa Algar Educa envolvem-se em encontros de formação presenciais e a distância (reuniões e seminários virtuais por videoconferência) nos quais são convidados a fazer parte de sessões de estudo, de vivências variadas (situações-problema, encaminhamentos metodológicos, análises de prática) e, também, de realizar exposições orais sobre a implementação do Programa em cada uma das escolas e das salas de aula onde atuam.
Nos intervalos dos encontros de formação os participantes desenvolvem (nas escolas e salas de aula) as atividades propostas pela assessoria educacional ou criam suas próprias atividades, com base nas propostas no Programa.
Essa produção é monitorada pela assessoria educacional. De forma direta por contatos virtuais (troca de e-mails, acesso ao blog do Programa), análises de registros variados (apresentações, relatos, planos de aula, desenvolvimento de projetos temáticos e sequências didáticas, etc.) e por visitas técnicas. E, indiretamente, com apoio dos gestores locais (escolas e secretarias/superintendências de ensino) através de análise de relatórios enviados (visitas às salas de aula, análises de produções dos profissionais e alunos, registros de participação e/ou condução de reuniões), e de relatos de experiências bem sucedidas.
Principais estratégias:
- Formação: Encontros presenciais e a distância.
- Gestão: adesão espontânea de escolas e educadores (organização de edital de inscrição de interessados, de processo de seleção e de divulgação de resultados); articulação de instâncias (escolas; secretarias / superintendências; empresas e outros órgãos das localidades); trabalho em equipe; divulgações parciais do encaminhamento do trabalho e de resultados obtidos; acompanhamento de experiências bem sucedidas e contatos virtuais com organização de grupos interativos (formação de grupos de alunos e de educadores para trocas de informações e experiências), visitas e entrevistas para debate dos conteúdos trabalhados nos projetos temáticos.
- Avaliação:
- Organização de uma escala de níveis de avaliação em relação à participação dos educadores e voluntários na implementação do programa, à presença das atividades do programa nas salas de aula e, finalmente, das conquistas de aprendizagem dos envolvidos (alunos, educadores e voluntários);
- Elaboração de provas de verificação de aprendizagem dos alunos e de questionários de conquistas de novos conhecimentos para professores, coordenadores pedagógicos e voluntários;
- Estruturação de parceria avaliativa com os profissionais das escolas e secretarias/superintendências de ensino de modo a permitir que todos os possam avaliar, em condições de igualdade, as contribuições de cada um na implementação do programa e seus resultados obtidos.
- Divulgação de resultados parciais e finais aos envolvidos e às autoridades de ensino responsáveis pelas escolas participantes.
Conteúdos abordados:
- Gestão educacional da aprendizagem:
• Planos de implementação de projetos educacionais: elaboração, acompanhamento e avaliação;
• A formação e a condução de grupos operativos e centrados na aprendizagem;
• Metodologias de ensino: projetos temáticos e sequências didáticas articuladas em torno de temas;
• As tecnologias da informação e da comunicação como recurso de ensino e de aprendizagem (a internet como possibilidade de pesquisa, comunicação e construção de conhecimentos em rede).
- Ensino da Leitura e da Escrita:
• Gênero: Texto de vulgarização científica (a notícia, a infografia, a reportagem, o folder,).
• Habilidades: Compreensão de textos (leitura); Tema e progressão temática (leitura e produção de textos); Coesão e coerência textuais (leitura e produção de textos).
• Eixo Grandezas e medidas e as capacidades de: Estimar, Resolver problemas, e de operar com unidades de medidas envolvendo grandezas diversas.
• A água, o ciclo da água e sua importância no desenvolvimento humano e natural;
• O corpo humano e o desenvolvimento físico;
• A higiene e a saúde: prevenindo e tratando as doenças;
• O desenvolvimento social do homem e o impacto desse desenvolvimento sobre a natureza.
· Computador e internet;
· Espaços públicos das comunidades (museus, jornais, órgãos e instituições públicas e privadas, bibliotecas, etc.);
· Livros e publicações de textos de vulgarização científica.